Colocar limites é um ato de amor

           Por Márcia Vaz
         
           Colocar limites é um ato de amor

          Muitos pais se perguntam se estão educando os filhos adequadamente. Muitas vezes, questionam-se quando e como colocar limites no comportamento da criança.

           Não existe um manual de regras a serem aplicadas. Dentro de cada família isto é feito de acordo com os Page Rankingóprios padrões e as Page Rankingóprias regras familiares. Se para uma família é inadmissível que a criança deixe os seus brinquedos espalhados, para outra família, isso pode ser tolerável. O importante é que estes limites não causem dúvidas na criança, ou seja, que estes sejam claros e que não se abra mão de determinado posicionamento de acordo com a circunstância.

           Por exemplo: a criança recebe uma ordem de que não deve mexer no armário do banheiro, e que, se mexer, irá ser punida. Se esta condição (“se mexer, será punida”) for determinada, todas as vezes que ela fizer isso deverá ser punida, mesmo que você esteja cansado aquele dia e não queira puni-la, deverá cumprir o que prometeu.

           Punição não é os pais descarregarem seu nervosismo e frustrações do dia na criança. Isso é agressão, e não limite. Colocar limite é explicar à criança que o que ela está fazendo é prejudicial para ela ou outrem.

           As crianças esperam de seus pais uma atitude coerente e segura. Elas os testam o tempo todo para checarem se podem realmente confiar e para poderem introjetar os padrões que estão recebendo.

           Não há como errar quando se é coerente com os posicionamentos tomados. Pai e mãe devem ter a mesma conduta com a criança. Caso haja discordância, esta deve ser discutida apenas entre os dois, a criança tem que ser poupada disso, pois ela não tem recursos emocionais para fazer os seus julgamentos e optar pelo melhor.

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